AGRADECENDO
de
Maria Zélia Gomes
Não tenho nada para te ofertar …
Os pobres pouco têm e pouco dão …
Tudo quanto é meu, cabe-me na mão!,
Como vês, nada de mais singular!
Mas se quiseres, feito de luar,
Brilhante e lindo como o sol de verão,
Eu poderia dar-te o coração,
Que é tudo quanto tenho para dar!
Há nele a eterna fonte de beleza,
Que ao ver-te, traz a mais feliz riqueza,
Um sonho belo, uma visão celeste …
Que vale mais – imensamente mais! –
Que os milhões reluzentes, colossais,
Dos lindos “bocadinhos” que me deste!!!
21.12.1986
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