segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

INDIGÊNCIA



INDIGÊNCIA

de
Maria Zélia Gomes


Estende a mão à caridade
Pedindo para quem passa
Vive da mendicidade
Nas raias da insanidade
Sentado no chão da praça

Vai pedindo um “obolozinho”
Para comida e bebida
Vive a esmo … sozinho
Como amigo … tem o vinho
Que triste … é a sua vida

Pobre de quem nada tem
A não ser tanta tristeza
Se foi um homem de bem
Hoje já não é “ninguém”
É o símbolo da pobreza!
                       14.01.2007   




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